Saúde bucal e doenças crônicas: o que a ciência já sabe?
Nas últimas décadas, pesquisas têm demonstrado que problemas bucais, como a doença periodontal, podem estar associados a diversas doenças crônicas, incluindo diabetes, doenças cardiovasculares e algumas condições respiratórias.
Embora nem sempre exista uma relação direta de causa e efeito, as evidências mostram que a saúde bucal faz parte do cuidado integral com o organismo e merece atenção em todas as fases da vida.
Qual é a relação entre saúde bucal e doenças crônicas?
A principal ligação ocorre por meio da inflamação. A doença periodontal, caracterizada pela inflamação dos tecidos que sustentam os dentes, pode aumentar a resposta inflamatória do organismo. Esse processo vem sendo associado a condições crônicas que também envolvem inflamação persistente.
Por esse motivo, especialistas consideram que cuidar da saúde bucal também faz parte da prevenção e do controle de diversas doenças.
Diabetes e saúde bucal têm influência mútua
Entre as relações mais bem estabelecidas pela ciência está a existente entre diabetes e doença periodontal. Pessoas com diabetes apresentam maior risco de desenvolver essa doença, especialmente quando a glicemia está mal controlada. Ao mesmo tempo, a inflamação causada pela doença periodontal pode dificultar o controle dos níveis de glicose no sangue. Essa associação reforça a importância do acompanhamento com o dentista como parte do cuidado do diabetes.
O que dizem os estudos sobre doenças cardiovasculares?
Diversos estudos observaram uma associação entre doença periodontal e maior risco de doenças cardiovasculares. No entanto, os especialistas destacam que essa relação não significa, necessariamente, que uma doença cause a outra. Fatores como tabagismo, obesidade e diabetes também podem influenciar esse risco. Ainda assim, manter uma boa saúde bucal é considerado um componente importante de um estilo de vida saudável.
Como manter a saúde bucal?
Alguns cuidados ajudam a reduzir o risco de problemas bucais e contribuem para a saúde geral, como:
- Escovar os dentes pelo menos duas vezes ao dia com creme dental com flúor;
- Utilizar fio dental diariamente;
- Manter consultas periódicas com o cirurgião-dentista;
- Controlar doenças crônicas, como diabetes;
- Evitar o tabagismo.
Conclusão
A ciência tem demonstrado que a saúde bucal está intimamente relacionada à saúde geral do organismo. Embora ainda esteja em investigação, manter uma boa higiene bucal e realizar acompanhamento odontológico regular pode contribuir não apenas para preservar os dentes e as gengivas, mas também para o cuidado integral da saúde.
Fontes:
Ministério da Saúde – Saúde Bucal (Brasil Sorridente)
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/saude-bucal
Organização Mundial da Saúde (OMS) – Oral Health
https://www.who.int/health-topics/oral-health
Federação Europeia de Periodontologia (EFP) – Consenso científico sobre a relação entre doença periodontal e diabetes
https://www.efp.org/for-patients/gum-disease-diabetes/
American Dental Association (ADA) – Oral-Systemic Health
https://www.ada.org/resources/research/science-and-research-institute/oral-health-topics/oral-systemic-health
Biblioteca Virtual em Saúde (BVS/MS)
https://bvsms.saude.gov.br/
Quais são as frutas que o diabético pode comer?
Quem recebe o diagnóstico de diabetes costuma ter muitas dúvidas se ainda é possível consumir frutas, e a resposta é sim. De modo geral, as frutas podem fazer parte de uma alimentação saudável para pessoas com diabetes, desde que sejam consumidas nas quantidades adequadas e dentro de um plano alimentar individualizado.
As frutas fornecem vitaminas, minerais, fibras e compostos antioxidantes importantes para a saúde. O que merece atenção é a quantidade de carboidratos presente em cada porção e o equilíbrio da alimentação como um todo.
O diabético pode comer qualquer fruta?
Não existe uma lista de frutas proibidas para todas as pessoas com diabetes. O mais importante é considerar a quantidade consumida, a frequência e o contexto da alimentação.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), as frutas in natura são preferíveis aos sucos, pois preservam as fibras, que ajudam a tornar a absorção dos açúcares mais lenta.
O acompanhamento com um médico e um nutricionista é fundamental para definir as porções mais adequadas para cada pessoa.
Diabético pode comer banana?
Sim. A banana pode fazer parte da alimentação de pessoas com diabetes. Por conter carboidratos naturais, é importante consumir a fruta em porções adequadas e dentro de um plano alimentar individualizado. A banana também fornece fibras, potássio e outros nutrientes importantes para a saúde. Quando possível, prefira consumir a fruta inteira e evitar preparações com açúcar adicionado.
Diabético pode comer maçã?
Sim. A maçã é uma boa opção de fruta para pessoas com diabetes. Ela contém fibras, especialmente na casca, que ajudam a retardar a absorção dos açúcares. Além disso, é uma fruta prática e pode ser incluída em lanches ou refeições, conforme orientação do médico ou nutricionista. Sempre que possível, consuma a maçã com a casca, após higienizá-la adequadamente.
Diabético pode comer abacaxi?
Sim. O abacaxi também pode fazer parte de uma alimentação equilibrada para pessoas com diabetes. Apesar de conter açúcares naturais, ele oferece vitaminas, minerais e água, contribuindo para uma alimentação variada. O mais importante é respeitar a porção indicada e evitar preparações com açúcar adicionado, como caldas ou sobremesas.
Diabético pode comer mamão?
Sim. O mamão também pode fazer parte de uma alimentação equilibrada para pessoas com diabetes. Ele é fonte de fibras, vitamina C e outros nutrientes importantes. Como acontece com as demais frutas, a quantidade consumida deve ser adequada às necessidades individuais. Consumido em porções orientadas por um profissional de saúde, o mamão pode integrar uma alimentação saudável e variada.
Diabético pode comer uva?
Sim. A uva pode fazer parte da alimentação de pessoas com diabetes, mas é importante controlar a porção, pois ela apresenta uma quantidade relativamente maior de carboidratos quando comparada a algumas outras frutas. Respeitar as orientações do nutricionista ou do médico ajuda a incluí-la de forma equilibrada na alimentação.
Diabético pode tomar suco de laranja?
O consumo de suco de laranja merece mais atenção. Embora a laranja seja uma fruta nutritiva, o preparo do suco reduz a quantidade de fibras e concentra uma maior quantidade de carboidratos em um pequeno volume.
Além disso, é comum consumir o suco rapidamente, o que pode favorecer uma elevação mais acentuada da glicemia. Por isso, sempre que possível, a preferência deve ser pela fruta inteira, e não pelo suco.
Quais frutas costumam ser boas opções?
A escolha deve considerar a alimentação como um todo e as necessidades individuais. Diversas frutas podem fazer parte da alimentação de pessoas com diabetes, como:
- Maçã;
- Pera;
- Laranja;
- Tangerina;
- Morango;
- Jabuticaba;
- Kiwi;
- Ameixa;
- Pêssego;
- Abacate.
Dicas para consumir frutas de forma equilibrada
Os cuidados certos ajudam a aproveitar os benefícios das frutas dentro de uma alimentação saudável. Algumas estratégias podem ajudar:
- Dar preferência às frutas in natura;
- Evitar adicionar açúcar;
- Preferir a fruta inteira em vez do suco;
- Respeitar as porções orientadas pelo nutricionista ou médico;
- Variar os tipos de frutas ao longo da semana.
Conclusão
Pessoas com diabetes podem consumir frutas, desde que esse consumo faça parte de um plano alimentar adequado às suas necessidades. Não existem frutas universalmente proibidas, mas algumas exigem maior atenção quanto à quantidade consumida.
Em caso de dúvidas sobre quais frutas ou porções são mais indicadas, procure orientação de um médico ou nutricionista. O acompanhamento profissional é a melhor forma de conciliar uma alimentação equilibrada com o controle da glicemia.
Fontes:
Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) – Diretrizes e orientações sobre alimentação no diabetes – https://diabetes.org.br/
Ministério da Saúde – Guia Alimentar para a População Brasileira – https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf
American Diabetes Association (ADA) – Nutrition recommendations for people with diabetes – https://diabetesjournals.org/care
Centers for Disease Control and Prevention (CDC) – Diabetes and healthy eating
https://www.cdc.gov/diabetes/healthy-living/eat-well
Conheça os benefícios da dança na terceira idade
A dança é uma atividade que une movimento, música e interação social. Para os idosos, ela pode representar muito mais do que um momento de lazer: estudos mostram que a prática regular está associada a benefícios para a saúde física, cognitiva e emocional, contribuindo para um envelhecimento mais ativo e com melhor qualidade de vida.
Além de ser uma forma prazerosa de se exercitar, a dança pode ser adaptada às diferentes condições físicas, permitindo que mais pessoas se mantenham ativas ao longo dos anos.
Como a dança beneficia a saúde física?
Durante a dança, o corpo realiza movimentos que estimulam força, equilíbrio, coordenação motora, flexibilidade e resistência física.
Revisões sistemáticas mostram que programas de dança podem contribuir para:
- Melhorar o equilíbrio;
- Aumentar a mobilidade;
- Favorecer a coordenação motora;
- Melhorar a capacidade funcional;
- Auxiliar na redução do risco de quedas quando associados a outras estratégias de prevenção.
Esses benefícios ajudam a preservar a independência e facilitam a realização das atividades do dia a dia.
A dança também faz bem para o cérebro?
Sim.
Além dos movimentos corporais, a dança exige atenção, memória, percepção espacial e coordenação com o ritmo da música. Esse conjunto de estímulos ativa diferentes áreas do cérebro ao mesmo tempo.
Uma revisão sistemática publicada na revista Frontiers in Aging Neuroscience observou que a prática da dança está associada à melhora da função cognitiva em idosos, incluindo aspectos relacionados à memória, atenção e funções executivas.
Embora mais pesquisas continuem sendo realizadas, as evidências atuais indicam que a dança pode ser uma aliada para manter o cérebro ativo durante o envelhecimento.
Benefícios para o bem-estar e a vida social
Outro diferencial da dança é o convívio com outras pessoas.
Participar de aulas ou grupos de dança favorece a socialização, reduz o isolamento e proporciona momentos de lazer, fatores que também estão relacionados à qualidade de vida e ao bem-estar na terceira idade.
Além disso, praticar uma atividade prazerosa aumenta as chances de manter uma rotina regular de exercícios.
Como começar a dançar com segurança?
A dança pode ser praticada em diferentes intensidades e modalidades, respeitando as necessidades de cada pessoa.
Antes de iniciar uma nova atividade física, especialmente para quem possui doenças crônicas ou limitações de mobilidade, é recomendável procurar orientação médica ou de um profissional de educação física.
Também é importante:
- Escolher uma modalidade compatível com o condicionamento físico;
- Utilizar roupas e calçados adequados;
- Respeitar os próprios limites;
- Manter a prática de forma regular.
Conclusão
A dança reúne diversos elementos importantes para um envelhecimento saudável. Além de estimular o corpo, ela favorece a cognição, incentiva a convivência social e contribui para a manutenção da autonomia e da qualidade de vida.
Quando praticada de forma segura e regular, pode ser uma excelente opção para quem deseja se manter ativo e cuidar da saúde de maneira prazerosa.
Fontes:
PubMed – Effects of dance on cognitive function in older adults: a systematic review and meta-analysis (Age and Ageing, 2021)
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33338209/
PubMed (PMC) – Effects of Dancing on Cognition in Healthy Older Adults: a Systematic Review
https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7061925/
Organização Mundial da Saúde (OMS) – Physical activity
https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/physical-activity
Ministério da Saúde – Guia de Atividade Física para a População Brasileira
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_atividade_fisica_populacao_brasileira.pdf
Como evitar “efeito rebote” das canetas emagrecedoras?
As “canetas emagrecedoras”, como são conhecidos os medicamentos à base de semaglutida e tirzepatida, têm mostrado resultados importantes no tratamento da obesidade quando utilizadas conforme indicação médica. No entanto, muitas pessoas têm dúvidas sobre o chamado “efeito rebote” após a interrupção do tratamento.
Embora seja comum esse termo ser usado popularmente, o ganho de peso após a suspensão do medicamento nem sempre representa um efeito rebote de fato. Em muitos casos, trata-se da retomada gradual do peso quando o tratamento é interrompido sem uma estratégia de manutenção e acompanhamento médico.
Por que algumas pessoas voltam a ganhar peso?
Esses medicamentos, como Ozempic® e Mounjaro®, ajudam a controlar o apetite, aumentam a sensação de saciedade e contribuem para a redução da ingestão de alimentos. Quando o tratamento é interrompido, esses efeitos deixam de ocorrer.
Caso não tenham ocorrido mudanças no estilo de vida, como alimentação equilibrada e prática de atividade física, o peso pode voltar a aumentar ao longo do tempo.
Estudos mostram que parte do peso perdido pode ser recuperada após a interrupção do tratamento, reforçando que a obesidade é uma condição crônica que, muitas vezes, requer acompanhamento contínuo.
É possível reduzir esse risco?
Sim. Especialistas recomendam que a interrupção do tratamento seja sempre discutida com o médico. Algumas medidas podem ajudar a reduzir a recuperação do peso:
- Manter uma alimentação equilibrada;
- Praticar atividade física regularmente;
- Seguir o plano de acompanhamento definido pelo médico;
- Contar com o apoio de nutricionista e outros profissionais de saúde quando indicado;
- Não interromper o medicamento por conta própria.
Cada pessoa apresenta necessidades diferentes, e a estratégia mais adequada depende da avaliação médica.
O tratamento termina quando o peso desejado é alcançado?
Nem sempre. A obesidade é reconhecida como uma doença crônica. Assim como acontece com outras condições crônicas, o tratamento pode precisar de acompanhamento a longo prazo para manter os resultados obtidos. O médico avaliará periodicamente a evolução do tratamento e definirá a melhor conduta para cada paciente.
É seguro interromper o medicamento por conta própria?
Não. A decisão de interromper, manter ou modificar o tratamento deve ser tomada em conjunto com o médico. Além de avaliar os benefícios alcançados, o profissional considera fatores como o estado de saúde, a presença de outras doenças, possíveis efeitos adversos e o risco de recuperação do peso.
Conclusão
O ganho de peso, popularmente chamado de “efeito rebote”, após interromper o uso de uma caneta emagrecedora pode acontecer, mas isso não significa que o tratamento tenha falhado. A manutenção dos resultados depende de diversos fatores, incluindo mudanças sustentáveis no estilo de vida e acompanhamento médico.
Se você utiliza ou pretende utilizar esse tipo de medicamento, converse com seu médico antes de fazer qualquer alteração no tratamento. O acompanhamento profissional é essencial para definir a estratégia mais segura e adequada para o seu caso.
Fontes:
Novo Nordisk – Ozempic® (semaglutida) – Bula aprovada pela Anvisa
https://consultas.anvisa.gov.br/
Eli Lilly – Mounjaro® (tirzepatida) – Bula aprovada pela Anvisa
https://consultas.anvisa.gov.br/
Wilding JPH, et al. Weight regain and cardiometabolic effects after withdrawal of semaglutide: the STEP 1 trial extension. Diabetes, Obesity and Metabolism.
https://dom-pubs.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/dom.14725
Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO) – Diretrizes e conteúdos sobre obesidade
https://abeso.org.br/
Doença renal crônica: sinais que muitas pessoas ignoram
A doença renal crônica (DRC) afeta milhões de pessoas em todo o mundo e, em muitos casos, evolui de forma silenciosa. Nas fases iniciais, é comum que a pessoa não apresente sintomas ou perceba apenas sinais discretos, o que pode atrasar o diagnóstico.
Reconhecer essas mudanças e manter o acompanhamento médico, especialmente quando há fatores de risco, é importante para identificar a doença precocemente e reduzir o risco de complicações.
O que é a doença renal crônica?
A doença renal crônica é caracterizada pela perda gradual da função dos rins ao longo do tempo. Os rins desempenham funções essenciais para o organismo, como filtrar o sangue, eliminar resíduos pela urina, ajudar no controle da pressão arterial e manter o equilíbrio de líquidos e minerais.
Quando essa função diminui de forma persistente, podem surgir alterações que afetam diferentes sistemas do organismo.
Quais sinais podem passar despercebidos?
Nas fases iniciais, a DRC pode não causar sintomas. Quando eles aparecem, alguns dos sinais mais comuns incluem:
- Inchaço nos pés, tornozelos ou pernas;
- Cansaço persistente;
- Alterações na quantidade ou na aparência da urina;
- Urinar com mais frequência durante a noite;
- Falta de apetite;
- Coceira persistente;
- Dificuldade de concentração.
Esses sintomas podem estar relacionados a diversas condições de saúde e não significam, por si só, a presença de doença renal. No entanto, quando persistem, merecem avaliação médica.
Quem tem maior risco?
Algumas pessoas apresentam maior risco de desenvolver doença renal crônica, especialmente aquelas que têm:
- Diabetes;
- Hipertensão arterial;
- Histórico familiar de doença renal;
- Doença cardiovascular;
- Idade avançada.
Pessoas desses grupos podem se beneficiar de avaliações periódicas da função dos rins, conforme orientação médica.
Como é feito o diagnóstico?
O diagnóstico geralmente envolve a avaliação clínica e exames laboratoriais como o de sangue e urina. Esses exames ajudam a identificar alterações na função renal mesmo antes do aparecimento de sintomas.
É possível retardar a progressão da doença?
Embora a doença renal crônica nem sempre possa ser revertida, o tratamento adequado pode retardar sua progressão e reduzir o risco de complicações. As medidas podem incluir:
- Controle da pressão arterial;
- Controle do diabetes, quando presente;
- Alimentação equilibrada;
- Prática regular de atividade física;
- Não fumar;
- Uso correto dos medicamentos prescritos e acompanhamento médico.
O tratamento é individualizado e depende da causa e do estágio da doença.
Em resumo
A doença renal crônica costuma evoluir de forma silenciosa, tornando o diagnóstico precoce um dos principais aliados para preservar a função dos rins. Pessoas com fatores de risco, como diabetes e hipertensão, devem manter o acompanhamento médico e realizar os exames recomendados.
Ao perceber sintomas persistentes ou alterações na urina, procure avaliação médica. Quanto mais cedo a doença for identificada, maiores são as possibilidades de controlar sua evolução.
Fontes:
Ministério da Saúde – Doenças Renais Crônicas – https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/drc
Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) – Doença Renal Crônica – https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/kidney-disease
KDIGO – Clinical Practice Guideline for the Evaluation and Management of Chronic Kidney Disease – https://kdigo.org/guidelines/ckd-evaluation-and-management/
Organização Mundial da Saúde (OMS) – Kidney health – https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/kidney-disease