Dose Certa

Hipertensão: erros comuns na medição da pressão

Descubra os erros mais comuns ao medir a pressão arterial e saiba como evitá-los para garantir um controle mais seguro da hipertensão.

Hipertensão: erros comuns na medição da pressão

A medição da pressão arterial é um passo essencial para o diagnóstico e o controle da hipertensão. No entanto, erros simples no momento da aferição podem levar a resultados incorretos, gerar preocupação desnecessária ou, ao contrário, mascarar um problema real. Entender como medir corretamente faz toda a diferença para cuidar da saúde do coração.

Por que medir a pressão corretamente é tão importante?

A pressão arterial elevada é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, como infarto e AVC. Segundo o Ministério da Saúde, muitos casos de hipertensão não são diagnosticados justamente por medições feitas de forma inadequada ou em condições que alteram o resultado.

Valores imprecisos podem atrasar o diagnóstico, comprometer o acompanhamento e dificultar o ajuste correto do tratamento.

Erros mais comuns na medição da pressão

Medir logo após esforço físico ou estresse

Atividade física, emoções intensas ou situações de ansiedade elevam temporariamente a pressão. O ideal é descansar por pelo menos cinco minutos antes da aferição.

Posição inadequada do corpo

Medir a pressão em pé, com as pernas cruzadas ou sem apoio para as costas pode alterar os valores. O correto é estar sentado, com os pés apoiados no chão e as costas encostadas.

Braço fora da altura do coração

O braço deve estar apoiado na altura do coração. Quando fica muito baixo ou elevado, os números podem ser falsamente alterados.

Uso de manguito inadequado

Manguitos muito largos ou estreitos para o tamanho do braço interferem diretamente na leitura. Esse é um erro frequente, especialmente em medições feitas em casa.

Conversar durante a medição

Falar, rir ou se movimentar enquanto o aparelho está medindo a pressão pode elevar os valores registrados.

Medir logo após café, cigarro ou álcool

Cafeína, nicotina e bebidas alcoólicas podem aumentar temporariamente a pressão arterial. O ideal é evitar esses estímulos por pelo menos 30 minutos antes da medição.

Medição em casa também exige atenção

A medição domiciliar é uma grande aliada no controle da hipertensão, mas precisa seguir orientações corretas. Usar aparelhos validados, medir sempre no mesmo horário e registrar os valores ajuda o profissional de saúde a avaliar melhor o tratamento.

Manter a rotina de medicamentos organizada também é essencial para que os resultados reflitam a realidade.

Organização do tratamento faz diferença

Para quem convive com a hipertensão, tomar os medicamentos corretamente todos os dias é tão importante quanto medir a pressão. A Dose Certa ajuda a manter essa rotina organizada, com a box de medicamentos separada por dia e horário, reduzindo esquecimentos e erros no uso contínuo.

Conclusão

Pequenos erros na medição da pressão podem gerar grandes confusões. Seguir as orientações corretas, medir com atenção e manter o tratamento em dia são atitudes fundamentais para controlar a hipertensão e proteger a saúde do coração.

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Descubra quais frutas podem fazer parte da alimentação de pessoas com diabetes e entenda como consumi-las de forma equilibrada.

Quais são as frutas que o diabético pode comer?

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Mulher pegando uma maçã em uma fruteira

Quem recebe o diagnóstico de diabetes costuma ter muitas dúvidas se ainda é possível consumir frutas, e a resposta é sim. De modo geral, as frutas podem fazer parte de uma alimentação saudável para pessoas com diabetes, desde que sejam consumidas nas quantidades adequadas e dentro de um plano alimentar individualizado.

As frutas fornecem vitaminas, minerais, fibras e compostos antioxidantes importantes para a saúde. O que merece atenção é a quantidade de carboidratos presente em cada porção e o equilíbrio da alimentação como um todo.

O diabético pode comer qualquer fruta?

Não existe uma lista de frutas proibidas para todas as pessoas com diabetes. O mais importante é considerar a quantidade consumida, a frequência e o contexto da alimentação.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), as frutas in natura são preferíveis aos sucos, pois preservam as fibras, que ajudam a tornar a absorção dos açúcares mais lenta.

O acompanhamento com um médico e um nutricionista é fundamental para definir as porções mais adequadas para cada pessoa.

Diabético pode comer banana?

Sim. A banana pode fazer parte da alimentação de pessoas com diabetes. Por conter carboidratos naturais, é importante consumir a fruta em porções adequadas e dentro de um plano alimentar individualizado. A banana também fornece fibras, potássio e outros nutrientes importantes para a saúde. Quando possível, prefira consumir a fruta inteira e evitar preparações com açúcar adicionado.

Diabético pode comer maçã?

Sim. A maçã é uma boa opção de fruta para pessoas com diabetes. Ela contém fibras, especialmente na casca, que ajudam a retardar a absorção dos açúcares. Além disso, é uma fruta prática e pode ser incluída em lanches ou refeições, conforme orientação do médico ou nutricionista. Sempre que possível, consuma a maçã com a casca, após higienizá-la adequadamente.

Diabético pode comer abacaxi?

Sim. O abacaxi também pode fazer parte de uma alimentação equilibrada para pessoas com diabetes. Apesar de conter açúcares naturais, ele oferece vitaminas, minerais e água, contribuindo para uma alimentação variada. O mais importante é respeitar a porção indicada e evitar preparações com açúcar adicionado, como caldas ou sobremesas.

Diabético pode comer mamão?

Sim. O mamão também pode fazer parte de uma alimentação equilibrada para pessoas com diabetes. Ele é fonte de fibras, vitamina C e outros nutrientes importantes. Como acontece com as demais frutas, a quantidade consumida deve ser adequada às necessidades individuais. Consumido em porções orientadas por um profissional de saúde, o mamão pode integrar uma alimentação saudável e variada.

Diabético pode comer uva?

Sim. A uva pode fazer parte da alimentação de pessoas com diabetes, mas é importante controlar a porção, pois ela apresenta uma quantidade relativamente maior de carboidratos quando comparada a algumas outras frutas. Respeitar as orientações do nutricionista ou do médico ajuda a incluí-la de forma equilibrada na alimentação.

Diabético pode tomar suco de laranja?

O consumo de suco de laranja merece mais atenção. Embora a laranja seja uma fruta nutritiva, o preparo do suco reduz a quantidade de fibras e concentra uma maior quantidade de carboidratos em um pequeno volume.

Além disso, é comum consumir o suco rapidamente, o que pode favorecer uma elevação mais acentuada da glicemia. Por isso, sempre que possível, a preferência deve ser pela fruta inteira, e não pelo suco.

Quais frutas costumam ser boas opções?

A escolha deve considerar a alimentação como um todo e as necessidades individuais. Diversas frutas podem fazer parte da alimentação de pessoas com diabetes, como:

  • Maçã;
  • Pera;
  • Laranja;
  • Tangerina;
  • Morango;
  • Jabuticaba;
  • Kiwi;
  • Ameixa;
  • Pêssego;
  • Abacate.

Dicas para consumir frutas de forma equilibrada

Os cuidados certos ajudam a aproveitar os benefícios das frutas dentro de uma alimentação saudável. Algumas estratégias podem ajudar:

  • Dar preferência às frutas in natura;
  • Evitar adicionar açúcar;
  • Preferir a fruta inteira em vez do suco;
  • Respeitar as porções orientadas pelo nutricionista ou médico;
  • Variar os tipos de frutas ao longo da semana.

Conclusão

Pessoas com diabetes podem consumir frutas, desde que esse consumo faça parte de um plano alimentar adequado às suas necessidades. Não existem frutas universalmente proibidas, mas algumas exigem maior atenção quanto à quantidade consumida.

Em caso de dúvidas sobre quais frutas ou porções são mais indicadas, procure orientação de um médico ou nutricionista. O acompanhamento profissional é a melhor forma de conciliar uma alimentação equilibrada com o controle da glicemia.

Revisão técnica por:

Picture of Beatriz Gardelini
Beatriz Gardelini

Nutricionista da Dose Certa
CRN - 56262

Fontes:

Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) – Diretrizes e orientações sobre alimentação no diabetes – https://diabetes.org.br/

Ministério da Saúde – Guia Alimentar para a População Brasileira – https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf

American Diabetes Association (ADA) – Nutrition recommendations for people with diabetes – https://diabetesjournals.org/care

Centers for Disease Control and Prevention (CDC) – Diabetes and healthy eating
https://www.cdc.gov/diabetes/healthy-living/eat-well

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A dança é uma atividade que une movimento, música e interação social. Para os idosos, ela pode representar muito mais do que um momento de lazer: estudos mostram que a prática regular está associada a benefícios para a saúde física, cognitiva e emocional, contribuindo para um envelhecimento mais ativo e com melhor qualidade de vida.

Além de ser uma forma prazerosa de se exercitar, a dança pode ser adaptada às diferentes condições físicas, permitindo que mais pessoas se mantenham ativas ao longo dos anos.

Como a dança beneficia a saúde física?

Durante a dança, o corpo realiza movimentos que estimulam força, equilíbrio, coordenação motora, flexibilidade e resistência física.

Revisões sistemáticas mostram que programas de dança podem contribuir para:

  • Melhorar o equilíbrio;
  • Aumentar a mobilidade;
  • Favorecer a coordenação motora;
  • Melhorar a capacidade funcional;
  • Auxiliar na redução do risco de quedas quando associados a outras estratégias de prevenção.

Esses benefícios ajudam a preservar a independência e facilitam a realização das atividades do dia a dia.

A dança também faz bem para o cérebro?

Sim.

Além dos movimentos corporais, a dança exige atenção, memória, percepção espacial e coordenação com o ritmo da música. Esse conjunto de estímulos ativa diferentes áreas do cérebro ao mesmo tempo.

Uma revisão sistemática publicada na revista Frontiers in Aging Neuroscience observou que a prática da dança está associada à melhora da função cognitiva em idosos, incluindo aspectos relacionados à memória, atenção e funções executivas.

Embora mais pesquisas continuem sendo realizadas, as evidências atuais indicam que a dança pode ser uma aliada para manter o cérebro ativo durante o envelhecimento.

Benefícios para o bem-estar e a vida social

Outro diferencial da dança é o convívio com outras pessoas.

Participar de aulas ou grupos de dança favorece a socialização, reduz o isolamento e proporciona momentos de lazer, fatores que também estão relacionados à qualidade de vida e ao bem-estar na terceira idade.

Além disso, praticar uma atividade prazerosa aumenta as chances de manter uma rotina regular de exercícios.

Como começar a dançar com segurança?

A dança pode ser praticada em diferentes intensidades e modalidades, respeitando as necessidades de cada pessoa.

Antes de iniciar uma nova atividade física, especialmente para quem possui doenças crônicas ou limitações de mobilidade, é recomendável procurar orientação médica ou de um profissional de educação física.

Também é importante:

  • Escolher uma modalidade compatível com o condicionamento físico;
  • Utilizar roupas e calçados adequados;
  • Respeitar os próprios limites;
  • Manter a prática de forma regular.

Conclusão

A dança reúne diversos elementos importantes para um envelhecimento saudável. Além de estimular o corpo, ela favorece a cognição, incentiva a convivência social e contribui para a manutenção da autonomia e da qualidade de vida.

Quando praticada de forma segura e regular, pode ser uma excelente opção para quem deseja se manter ativo e cuidar da saúde de maneira prazerosa.

Fontes:

PubMed – Effects of dance on cognitive function in older adults: a systematic review and meta-analysis (Age and Ageing, 2021)
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33338209/

PubMed (PMC) – Effects of Dancing on Cognition in Healthy Older Adults: a Systematic Review
https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7061925/

Organização Mundial da Saúde (OMS) – Physical activity
https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/physical-activity

Ministério da Saúde – Guia de Atividade Física para a População Brasileira
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_atividade_fisica_populacao_brasileira.pdf

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As “canetas emagrecedoras”, como são conhecidos os medicamentos à base de semaglutida e tirzepatida, têm mostrado resultados importantes no tratamento da obesidade quando utilizadas conforme indicação médica. No entanto, muitas pessoas têm dúvidas sobre o chamado “efeito rebote” após a interrupção do tratamento.

Embora seja comum esse termo ser usado popularmente, o ganho de peso após a suspensão do medicamento nem sempre representa um efeito rebote de fato. Em muitos casos, trata-se da retomada gradual do peso quando o tratamento é interrompido sem uma estratégia de manutenção e acompanhamento médico.

Por que algumas pessoas voltam a ganhar peso?

Esses medicamentos, como Ozempic® e Mounjaro®, ajudam a controlar o apetite, aumentam a sensação de saciedade e contribuem para a redução da ingestão de alimentos. Quando o tratamento é interrompido, esses efeitos deixam de ocorrer.

Caso não tenham ocorrido mudanças no estilo de vida, como alimentação equilibrada e prática de atividade física, o peso pode voltar a aumentar ao longo do tempo.

Estudos mostram que parte do peso perdido pode ser recuperada após a interrupção do tratamento, reforçando que a obesidade é uma condição crônica que, muitas vezes, requer acompanhamento contínuo.

É possível reduzir esse risco?

Sim. Especialistas recomendam que a interrupção do tratamento seja sempre discutida com o médico. Algumas medidas podem ajudar a reduzir a recuperação do peso:

  • Manter uma alimentação equilibrada;
  • Praticar atividade física regularmente;
  • Seguir o plano de acompanhamento definido pelo médico;
  • Contar com o apoio de nutricionista e outros profissionais de saúde quando indicado;
  • Não interromper o medicamento por conta própria.

Cada pessoa apresenta necessidades diferentes, e a estratégia mais adequada depende da avaliação médica.

O tratamento termina quando o peso desejado é alcançado?

Nem sempre. A obesidade é reconhecida como uma doença crônica. Assim como acontece com outras condições crônicas, o tratamento pode precisar de acompanhamento a longo prazo para manter os resultados obtidos. O médico avaliará periodicamente a evolução do tratamento e definirá a melhor conduta para cada paciente.

É seguro interromper o medicamento por conta própria?

Não. A decisão de interromper, manter ou modificar o tratamento deve ser tomada em conjunto com o médico. Além de avaliar os benefícios alcançados, o profissional considera fatores como o estado de saúde, a presença de outras doenças, possíveis efeitos adversos e o risco de recuperação do peso.

Conclusão

O ganho de peso, popularmente chamado de “efeito rebote”, após interromper o uso de uma caneta emagrecedora pode acontecer, mas isso não significa que o tratamento tenha falhado. A manutenção dos resultados depende de diversos fatores, incluindo mudanças sustentáveis no estilo de vida e acompanhamento médico.

Se você utiliza ou pretende utilizar esse tipo de medicamento, converse com seu médico antes de fazer qualquer alteração no tratamento. O acompanhamento profissional é essencial para definir a estratégia mais segura e adequada para o seu caso.

Fontes:

Novo Nordisk – Ozempic® (semaglutida) – Bula aprovada pela Anvisa
https://consultas.anvisa.gov.br/

Eli Lilly – Mounjaro® (tirzepatida) – Bula aprovada pela Anvisa
https://consultas.anvisa.gov.br/

Wilding JPH, et al. Weight regain and cardiometabolic effects after withdrawal of semaglutide: the STEP 1 trial extension. Diabetes, Obesity and Metabolism.
https://dom-pubs.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/dom.14725

Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO) – Diretrizes e conteúdos sobre obesidade
https://abeso.org.br/

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A doença renal crônica (DRC) afeta milhões de pessoas em todo o mundo e, em muitos casos, evolui de forma silenciosa. Nas fases iniciais, é comum que a pessoa não apresente sintomas ou perceba apenas sinais discretos, o que pode atrasar o diagnóstico.

Reconhecer essas mudanças e manter o acompanhamento médico, especialmente quando há fatores de risco, é importante para identificar a doença precocemente e reduzir o risco de complicações.

O que é a doença renal crônica?

A doença renal crônica é caracterizada pela perda gradual da função dos rins ao longo do tempo. Os rins desempenham funções essenciais para o organismo, como filtrar o sangue, eliminar resíduos pela urina, ajudar no controle da pressão arterial e manter o equilíbrio de líquidos e minerais.

Quando essa função diminui de forma persistente, podem surgir alterações que afetam diferentes sistemas do organismo.

Quais sinais podem passar despercebidos?

Nas fases iniciais, a DRC pode não causar sintomas. Quando eles aparecem, alguns dos sinais mais comuns incluem:

  • Inchaço nos pés, tornozelos ou pernas;
  • Cansaço persistente;
  • Alterações na quantidade ou na aparência da urina;
  • Urinar com mais frequência durante a noite;
  • Falta de apetite;
  • Coceira persistente;
  • Dificuldade de concentração.

Esses sintomas podem estar relacionados a diversas condições de saúde e não significam, por si só, a presença de doença renal. No entanto, quando persistem, merecem avaliação médica.

Quem tem maior risco?

Algumas pessoas apresentam maior risco de desenvolver doença renal crônica, especialmente aquelas que têm:

  • Diabetes;
  • Hipertensão arterial;
  • Histórico familiar de doença renal;
  • Doença cardiovascular;
  • Idade avançada.

Pessoas desses grupos podem se beneficiar de avaliações periódicas da função dos rins, conforme orientação médica.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico geralmente envolve a avaliação clínica e exames laboratoriais como o de sangue e urina. Esses exames ajudam a identificar alterações na função renal mesmo antes do aparecimento de sintomas.

É possível retardar a progressão da doença?

Embora a doença renal crônica nem sempre possa ser revertida, o tratamento adequado pode retardar sua progressão e reduzir o risco de complicações. As medidas podem incluir:

  • Controle da pressão arterial;
  • Controle do diabetes, quando presente;
  • Alimentação equilibrada;
  • Prática regular de atividade física;
  • Não fumar;
  • Uso correto dos medicamentos prescritos e acompanhamento médico.

O tratamento é individualizado e depende da causa e do estágio da doença.

Em resumo

A doença renal crônica costuma evoluir de forma silenciosa, tornando o diagnóstico precoce um dos principais aliados para preservar a função dos rins. Pessoas com fatores de risco, como diabetes e hipertensão, devem manter o acompanhamento médico e realizar os exames recomendados.

Ao perceber sintomas persistentes ou alterações na urina, procure avaliação médica. Quanto mais cedo a doença for identificada, maiores são as possibilidades de controlar sua evolução.

Fontes:

Ministério da Saúde – Doenças Renais Crônicas – https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/drc

Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) – Doença Renal Crônica – https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/kidney-disease

KDIGO – Clinical Practice Guideline for the Evaluation and Management of Chronic Kidney Disease – https://kdigo.org/guidelines/ckd-evaluation-and-management/

Organização Mundial da Saúde (OMS) – Kidney health – https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/kidney-disease

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