Como evitar doenças no inverno sem fórmulas milagrosas
- julho 11, 2025
- 4:36 pm

Como evitar doenças no inverno sem fórmulas milagrosas
O inverno chegou, e com ele, a preocupação com gripes, resfriados, bronquites e outras doenças respiratórias que parecem se proliferar no ar frio e seco. É comum ver as farmácias lotadas e as conversas girarem em torno de “curas rápidas” ou “reforços milagrosos” para a imunidade.
Mas a verdade é que não existem fórmulas mágicas para se proteger. A prevenção das doenças de inverno passa por hábitos simples e consistentes que, juntos, formam uma barreira eficaz contra os micro-organismos oportunistas.
Quer passar pelo inverno com mais saúde e bem-estar? Descarte as soluções prontas e foque no que realmente funciona:
1. Higiene em primeiro lugar: O básico que funciona
Parece óbvio, mas a lavagem das mãos é a primeira e mais poderosa linha de defesa. Vírus e bactérias se espalham facilmente pelo toque.
Lave as mãos com frequência: Use água e sabão por pelo menos 20 segundos, especialmente após tossir, espirrar, usar o transporte público, tocar em superfícies compartilhadas e antes de comer.
Álcool em gel é seu aliado: Tenha sempre um frasco de álcool em gel 70% por perto para quando não houver água e sabão.
Evite tocar o rosto: Nossas mãos carregam germes para boca, nariz e olhos, portas de entrada para infecções.
2. Hidratação constante: Por dentro e por fora
No inverno, o ar tende a ser mais seco, o que resseca as mucosas das vias aéreas, tornando-as mais vulneráveis.
Beba bastante água: Mantenha-se bem hidratado para que suas mucosas funcionem adequadamente como barreira protetora. Chás quentes (sem excesso de açúcar) também são uma ótima opção para aquecer e hidratar.
Umidifique o ambiente: Use umidificadores de ar no ambiente ou coloque uma bacia com água quente no quarto para aliviar o ressecamento do ar, especialmente à noite. Isso ajuda a diminuir a irritação da garganta e do nariz.
3. Alimentação equilibrada: A força vem do prato
Sua imunidade é construída na cozinha, não em um pote de pílulas. Uma dieta rica em nutrientes essenciais é fundamental para manter o sistema imunológico forte.
Invista em frutas cítricas: Laranja, acerola, kiwi e limão são ricos em vitamina C, um antioxidante que contribui para a função imunológica.
Legumes e verduras coloridos: Brócolis, cenoura, espinafre, couve e pimentões são fontes de vitaminas (A, E), minerais e antioxidantes que fortalecem suas defesas.
Alimentos ricos em zinco: Carnes magras, feijão, lentilha, castanhas e sementes de abóbora são importantes para a resposta imune.
Probióticos: Alimentos como iogurte natural e kefir ajudam a manter a saúde intestinal, que está intimamente ligada à imunidade.
4. Sono de qualidade: O repouso que cura
A privação do sono enfraquece o sistema imunológico, tornando você mais suscetível a infecções.
Durma o suficiente: Priorize de 7 a 9 horas de sono por noite. Durante o sono, o corpo produz citocinas, proteínas importantes no combate a infecções e inflamações.
Crie uma rotina: Tente ir para a cama e acordar nos mesmos horários, mesmo nos fins de semana, para regular seu relógio biológico.
5. Atividade física regular: Movimento é vida
Exercícios físicos moderados e regulares estimulam o sistema imunológico, aumentam a circulação e melhoram o bem-estar geral.
Mantenha-se ativo: Mesmo nos dias frios, procure atividades indoor ou agasalhe-se bem para uma caminhada ao ar livre.
Evite excessos: Exercícios extenuantes sem o devido descanso podem, paradoxalmente, diminuir a imunidade temporariamente. Encontre um equilíbrio.
6. Agasalhe-se bem e evite choques térmicos
Apesar de o frio por si só não causar doenças, as variações bruscas de temperatura podem baixar a resistência do corpo e irritar as vias aéreas.
Vista-se em camadas: Isso permite que você se adapte às mudanças de temperatura ao longo do dia.
Proteja as extremidades: Mãos, pés e cabeça são as partes que mais perdem calor. Use luvas, meias e gorros.
Evite ambientes muito fechados e lotados: A aglomeração facilita a transmissão de vírus. Se for inevitável, redobre os cuidados com a higiene e evite levar as mãos ao rosto.
7. Vacinação em dia: A prevenção mais eficaz
A vacina é uma das ferramentas mais importantes e científicas para prevenir doenças infecciosas.
Vacina da gripe (Influenza): Renove anualmente sua vacina. Ela protege contra os tipos mais prevalentes do vírus da gripe no período.
Outras vacinas: Mantenha seu calendário de vacinação atualizado, incluindo a vacina contra a pneumonia, se for indicado para seu grupo de risco.
Conclusão:
Passar o inverno com saúde não exige truques ou remédios caros, mas sim um compromisso diário com hábitos que fortalecem seu corpo de dentro para fora. Lembre-se: a saúde é uma construção contínua. Pequenas atitudes, quando praticadas com regularidade, fazem uma enorme diferença na sua qualidade de vida e na sua proteção contra as doenças da estação. Cuide-se!

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Vitaminas e suplementos: posso tomar mais de um ao mesmo tempo?
- agosto 22, 2025
- 8:23 am

Vitaminas e suplementos: posso tomar mais de um ao mesmo tempo?
Nos últimos anos, o uso de vitaminas e suplementos nutricionais tem crescido significativamente, impulsionado pelo interesse crescente em saúde, prevenção e qualidade de vida. Muitas pessoas recorrem a esses produtos para suprir carências nutricionais, melhorar o desempenho físico, aumentar a imunidade ou prevenir doenças. Mas surge uma dúvida comum: é seguro tomar mais de um suplemento ao mesmo tempo?
Neste artigo, abordamos com base em evidências científicas os cuidados, benefícios e riscos da suplementação múltipla, ajudando você a fazer escolhas conscientes e seguras.
O que são vitaminas e suplementos e por que são usados?
Vitaminas são nutrientes essenciais que o organismo necessita em pequenas quantidades para funcionar corretamente. Quando a alimentação não fornece todos esses nutrientes em quantidade suficiente, a suplementação pode ser recomendada. Os suplementos vão além das vitaminas, podendo incluir minerais, aminoácidos, antioxidantes e outros compostos bioativos.
O objetivo do uso desses produtos varia: desde corrigir deficiências, apoiar funções específicas do corpo, até promover o bem-estar geral. Porém, nem sempre mais é melhor, e a combinação de vários suplementos requer atenção especial.
É comum tomar vários suplementos simultaneamente?
Sim, especialmente em casos onde há necessidade comprovada, como deficiência de múltiplos nutrientes, condições crônicas ou fases específicas da vida (gestação, envelhecimento, prática esportiva intensa). Por exemplo:
A combinação de vitamina D e cálcio para fortalecer os ossos.
Complexos vitamínicos que reúnem várias vitaminas do complexo B para apoio metabólico.
Uso simultâneo de magnésio e potássio para equilíbrio eletrolítico.
No entanto, o uso simultâneo deve ser monitorado para evitar excessos e interações.
Quais os riscos de tomar vários suplementos ao mesmo tempo?
Hipervitaminose e toxicidade
Algumas vitaminas, como as lipossolúveis (A, D, E e K), acumulam-se no organismo e podem causar toxicidade quando consumidas em excesso. Sintomas podem variar de náuseas e dores musculares a complicações mais graves, como danos hepáticos.
Interação entre suplementos e medicamentos
Suplementos podem interferir na absorção ou metabolismo de medicamentos. Por exemplo, a vitamina K pode reduzir a eficácia de anticoagulantes; o uso excessivo de cálcio pode afetar a absorção de certos antibióticos.
Sobrecarga renal e hepática
Excesso de minerais como ferro e zinco pode sobrecarregar os rins e o fígado, órgãos responsáveis por filtrar e metabolizar substâncias.
Efeitos colaterais e reações adversas
Náuseas, dores de cabeça, alterações gastrointestinais e outros sintomas podem surgir da interação entre diferentes suplementos ou do uso inadequado.
Como saber se preciso tomar mais de um suplemento?
O ideal é realizar avaliação clínica e exames laboratoriais para identificar possíveis deficiências e necessidades nutricionais específicas. Um profissional de saúde qualificado — como médico ou nutricionista — pode indicar a suplementação adequada e segura, considerando seu perfil individual, dieta e uso de medicamentos.
Dicas para usar suplementos com segurança
Consulte sempre um profissional antes de iniciar a suplementação. Nunca tome suplementos por conta própria, especialmente em combinação.
Informe ao profissional sobre todos os medicamentos e suplementos que usa. Isso ajuda a prevenir interações indesejadas.
Escolha suplementos com registro na Anvisa. Produtos regulamentados passam por avaliação de qualidade e segurança.
Siga a dosagem recomendada. Evite aumentar a dose esperando melhores resultados, pois isso pode ser prejudicial.
Mantenha uma alimentação equilibrada. Suplementos devem complementar a dieta, não substituí-la.
Quando a suplementação pode ser especialmente necessária?
Em idosos, que frequentemente apresentam menor absorção e maior demanda por determinados nutrientes.
Durante a gravidez e amamentação, quando as necessidades nutricionais aumentam.
Em pessoas com restrições alimentares ou dietas restritivas.
Pacientes com doenças crônicas que afetam a absorção ou uso de nutrientes.
Conclusão
Tomar mais de um suplemento ao mesmo tempo pode ser uma estratégia válida e segura, desde que baseada em avaliação profissional, necessidades reais e com acompanhamento adequado. A automedicação e o uso indiscriminado aumentam riscos e podem causar danos à saúde.
A Drogasil Dose Certa reforça a importância do uso consciente e informado de vitaminas e suplementos para promover saúde e bem-estar. Conte sempre com orientação especializada e escolha produtos de qualidade para o seu cuidado diário.

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O que você precisa saber sobre remédios de tarja preta
- agosto 20, 2025
- 9:16 am

O que você precisa saber sobre remédios de tarja preta
Os medicamentos de tarja preta são aqueles que exigem receita médica controlada, por atuarem diretamente no sistema nervoso central. Eles podem ser usados para tratar condições como ansiedade, depressão, insônia, epilepsia, transtornos psiquiátricos e déficit de atenção, mas sempre com acompanhamento profissional.
O que significa tarja preta?
A tarja preta é uma faixa escura que aparece na embalagem do medicamento acompanhada da frase “Venda sob prescrição médica – o abuso deste medicamento pode causar dependência”.
Esse aviso indica que o remédio só pode ser vendido com receita especial e controlada pela Anvisa.
Quais são os remédios de tarja preta?
Entre os principais medicamentos de tarja preta estão:
Ansiolíticos e calmantes: como clonazepam (Rivotril), diazepam (Valium) e alprazolam.
Antidepressivos específicos: como a fluoxetina e a sertralina em determinadas formulações.
Antipsicóticos: como quetiapina, olanzapina, risperidona e haloperidol.
Estimulantes: como metilfenidato (Ritalina, Concerta), usados no tratamento do TDAH.
Quais são os calmantes de tarja preta?
Os calmantes mais conhecidos que pertencem a essa categoria são os benzodiazepínicos, entre eles:
Clonazepam
Diazepam
Lorazepam
Alprazolam
Esses medicamentos ajudam a reduzir a ansiedade e controlar crises de pânico, mas não devem ser usados sem acompanhamento médico, pois podem causar dependência.
Quais são os antidepressivos de tarja preta?
Nem todos os antidepressivos são de tarja preta. Os que entram nessa categoria geralmente são usados em quadros mais graves ou quando há risco de dependência. Alguns exemplos:
Amitriptilina
Nortriptilina
Clomipramina
Fluoxetina e sertralina (dependendo da dosagem e formulação)
Qual o remédio mais forte psiquiátrico?
Não existe um “remédio mais forte” absoluto. A força de um medicamento depende da doença, da dose e da resposta de cada paciente. Porém, em geral, os antipsicóticos e alguns estabilizadores de humor (como a quetiapina ou o haloperidol) são considerados de ação mais intensa.
A importância do acompanhamento médico
O uso de medicamentos de tarja preta nunca deve ser feito por conta própria. Eles podem trazer benefícios importantes quando bem indicados, mas o uso sem orientação pode gerar efeitos colaterais graves e até dependência.
Se você faz uso de algum desses medicamentos, mantenha sempre o acompanhamento médico e siga corretamente a prescrição.
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O risco que há no excesso de sal
- agosto 19, 2025
- 8:00 am

O risco que há no excesso de sal
O sal é um tempero presente em praticamente todas as cozinhas do mundo. Ele realça o sabor dos alimentos e é essencial para o funcionamento do corpo, já que ajuda a controlar o equilíbrio de líquidos e o funcionamento dos músculos e nervos. No entanto, o consumo excessivo de sal pode trazer sérios riscos à saúde.
Por que o sal é importante para o corpo?
O sódio, presente no sal, é um mineral fundamental para várias funções corporais, como manter o equilíbrio hídrico, ajudar na contração muscular e na transmissão de impulsos nervosos. O problema surge quando seu consumo ultrapassa os limites recomendados.
Quais os riscos do excesso de sal?
O consumo exagerado de sal está diretamente associado a vários problemas de saúde, como:
Hipertensão arterial (pressão alta): O sódio em excesso faz o corpo reter água, aumentando o volume de sangue e, consequentemente, a pressão nas artérias.
Doenças cardiovasculares: A pressão alta é um dos principais fatores de risco para infarto e AVC.
Problemas renais: O excesso de sódio sobrecarrega os rins, podendo levar a insuficiência renal.
Osteoporose: O sal em excesso pode aumentar a perda de cálcio pelos ossos, tornando-os mais frágeis.
Retenção de líquidos e inchaço: O sal faz o corpo armazenar mais líquido, causando desconforto e aumento de peso temporário.
Qual é a quantidade recomendada de sal?
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o consumo diário de sódio não ultrapasse 2 gramas, o que corresponde a cerca de 5 gramas de sal (uma colher de chá). Porém, estudos mostram que a maioria da população brasileira consome o dobro desse valor.
Dicas para reduzir o consumo de sal
Evite alimentos ultraprocessados, que geralmente têm alto teor de sódio.
Use temperos naturais, como ervas e especiarias, para dar sabor aos pratos.
Leia os rótulos dos alimentos para identificar o teor de sódio.
Evite colocar sal na mesa; prefira temperar a comida durante o preparo, com moderação.
Reduza o consumo de embutidos, que são ricos em sal.
Conclusão
Controlar o consumo de sal é essencial para manter a saúde do coração, dos rins e dos ossos. Pequenas mudanças nos hábitos alimentares já podem fazer uma grande diferença na qualidade de vida. A Dose Certa incentiva o cuidado com a alimentação para uma vida mais saudável e equilibrada.

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Os principais cuidados para se ter com um idoso diabético
- agosto 15, 2025
- 8:00 am

Os principais sintomas e os cuidados para se ter com um idoso diabético
O diabetes é uma das doenças crônicas mais comuns entre os idosos e exige atenção constante para garantir qualidade de vida. Com o avanço da idade, os sintomas podem ser diferentes e mais difíceis de identificar. Por isso, entender os sinais e saber como cuidar faz toda a diferença.
Neste post, a Dose Certa explica como reconhecer o diabetes em pessoas idosas e quais são os cuidados essenciais no dia a dia.
Como o diabetes afeta os idosos?
O envelhecimento traz mudanças no metabolismo e na resposta do corpo à insulina, o que pode tornar o controle da glicose mais difícil. Além disso, muitos idosos convivem com outras condições de saúde, o que torna o tratamento mais delicado.
O diabetes mal controlado aumenta o risco de:
Doenças cardiovasculares
Problemas renais
Perda da visão
Feridas que demoram a cicatrizar
Quedas, devido à tontura ou fraqueza
Principais sintomas de diabetes em idosos
Alguns sinais podem ser discretos, confundidos com o próprio envelhecimento. Fique atento a sintomas como:
Sede excessiva
Vontade de urinar com frequência
Fadiga constante
Perda de peso sem explicação
Visão embaçada
Infecções recorrentes (urinárias, de pele, gengivais)
Alterações no humor ou confusão mental
Se o idoso apresentar dois ou mais desses sintomas com frequência, é fundamental procurar um médico.
Cuidados essenciais com o idoso diabético
1. Alimentação equilibrada
Adotar uma dieta com baixo teor de açúcar e carboidratos simples ajuda a manter a glicemia controlada. O ideal é incluir frutas, vegetais, grãos integrais, proteínas magras e muita água ao longo do dia.
2. Controle de medicamentos
Muitos idosos tomam mais de um remédio por dia. Por isso, é importante ter um sistema de organização como a box Dose Certa, que evita esquecimentos ou trocas de medicação. Isso garante mais segurança e adesão ao tratamento.
3. Monitoramento da glicemia
Aferir a glicose em casa, com orientação médica, ajuda a prevenir picos e quedas perigosas. Os horários e frequência de medição devem seguir o plano do profissional de saúde.
4. Cuidados com os pés
Feridas nos pés são comuns em pessoas com diabetes e podem evoluir para quadros graves. Examine os pés do idoso todos os dias e mantenha-os limpos, secos e hidratados. Roupas e calçados confortáveis também fazem diferença.
5. Estímulo à atividade física
Movimentar o corpo de forma leve e regular ajuda a controlar o açúcar no sangue e melhora o humor. Caminhadas curtas, alongamentos e exercícios guiados são boas opções.
6. Apoio emocional
O diagnóstico e o tratamento do diabetes podem afetar o emocional. Incentivar conversas, visitas e momentos de lazer é tão importante quanto cuidar da parte física.
Conclusão
Cuidar de um idoso com diabetes exige atenção, carinho e informação. Reconhecer os sintomas e adotar uma rotina de cuidados com alimentação, medicação organizada e apoio emocional contribui para uma vida mais saudável, ativa e tranquila.
